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NOTÍCIAS
13/11/2017 as 04:53
Revolução digital nos serviços financeiros norteia debates
 
A presidente do Conselho de Administração do Sicoob Coopere, Maria Vandalva Lima de Oliveira, o Diretor Geral, Ranúsio Cunha e o Diretor Administrativo, Decivaldo Santos, participaram dias 7 e 8 de novembro, do III Fórum de Cidadania Financeira, Centro de Convenções de Vitória (ES). 
 
A revolução digital nos serviços financeiros norteou os debates do fórum. Para os participantes do evento, as finanças digitais facilitam a intermediação financeira, mas é preciso que a população esteja preparada para interagir de forma segura nas novas plataformas. 
 
Com cerca de 700 participantes, o evento, realizado pelo Banco Central do Brasil e Sebrae, discutiu sobre a educação e cidadania financeira com representantes do governo, de fintechs, especialistas e pesquisadores, além de profissionais envolvidos com o tema.
 
Para Maria Vandalva, o evento “serviu para demonstrar as várias iniciativas simples e que estão espalhadas pelo Brasil para a inclusão, cidadania e proteção financeira”. Na opinião de Ranúsio, ficou claro que “o serviço financeiro está mudando de forma rápida e que o Sicoob está alinhado com a evolução tecnológica”. Segundo Decivaldo, a digitalização do serviço financeiro “é um caminho sem volta e o Sicoob está a frente de muitas instituições bancárias nesse quesito”.
 
“Precisamos compreender melhor o impacto da digitalização no Sistema Financeiro Nacional (SFN)”, avaliou o diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central (BC), Isaac Sidney. “O mobile e os aplicativos têm transformado a relação entre clientes e instituições financeiras”, completou o diretor de Regulação, Otávio Damaso, também do BC, em painel sobre o que a tecnologia pode mudar no pequeno negócio. Entre as questões enfrentadas para harmonizar revolução tecnológica com intermediação financeira eficiente estão a segurança cibernética e o armazenamento de dados na nuvem.
 
Os canais digitais têm alcançado mais pessoas no SFN, com novas modalidades de crédito e mais concorrência pela atenção do consumidor. “O BC avalia esse processo como bastante positivo, mas é importante que se observe o marco regulatório para garantir o crescimento seguro do SFN”, afirmou Damaso.
 
Outro elemento que foi ressaltado como central para que esse processo de digitalização aconteça de forma segura é aumentar o nível de educação financeira dos brasileiros. Consumidores conscientes dos seus direitos e dos riscos das transações contribuem para que a revolução digital facilite a intermediação financeira, em vez de ser fonte de problemas. O diretor de Política Econômica do BC, Carlos Viana, destacou a importância da educação financeira também para a estabilidade do sistema. Segundo o diretor, pessoas que se planejam, poupam e investem participam do esforço de reduzir a taxa de juros estrutural da economia. “Mais educação financeira permite menor custo do crédito, combate ao superendividamento e menos inadimplência”, explicou.
 
 
Novo indicadores
Os dois dias de palestras e debates voltados à cidadania financeira tiveram como destaque a divulgação dos novos indicadores do Sistema Financeiro Nacional (SFN) para as micro e pequenas empresas. O levantamento apresenta dados financeiros por porte de empresa, segundo a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/2006), em nível nacional e por Unidades da Federação. 
 
O Brasil possui 8,7 milhões de microempreendedores individuais (MEIs), mas apenas 19% desse total têm conta bancária como pessoa jurídica (PJ) e só 8% possuem operações de crédito também como PJ.
 
Educação divertida ou diversão educativa?
Um dos públicos-chave nesse processo é o público jovem. “Precisamos atraí-los para alternativas no sistema financeiro, como o cooperativismo de crédito”, pondera a participante do Fórum Érica Machado, do Sicoob Crediacil, de Leme/SP. Um dos painéis do evento debateu o poder do entretenimento nesse processo. “Estamos falando de linguagem”, comentou a jornalista Mônica Carvalho, que mantém um quadro sobre finanças pessoais na TV aberta. “Falar de dinheiro ainda é tabu. A internet é um meio democrático onde se pode falar mais abertamente sobre como lidar com o dinheiro”, avaliou Nathália Arcuri, youtuber do canal Me poupe!
 
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), realizador do Fórum em parceria com o BC, tem investido no meio online para alcançar esse público. “É preciso falar ‘digitalmente’”, comentou Carlos Baião, assessor especial da presidência do Sebrae, instituição que lança mão de mídias sociais e personalidades, como apresentadores de TV, para divulgar informação sobre microempreendedorismo. 
 
“Há muita informação disponível sobre educação financeira, principalmente na internet”, afirmou durante palestra Marcela Kawauti, do SPC Brasil, ao analisar maneiras de engajar as pessoas em boas práticas de finanças pessoais. O participante do Fórum Giovani Abranches, da ONG Escoteiros do Brasil, tem exatamente esse desafio no dia a dia: “Nosso trabalho é incentivar o jovem a buscar informação por ele mesmo e disseminá-la na sua comunidade num esforço de economia social”.
 
Medidas práticas
“Facilitar o relacionamento entre o cidadão e as instituições financeiras é um dos objetivos que o Banco Central busca dentro da Agenda BC+”, reforçou o presidente do BC, Ilan Goldfajn, na abertura do Fórum. Além de reformas microeconômicas e legislativas, a agenda traz um pilar específico para a disseminação da cidadania financeira. 
 
Ideias
O Fórum de Cidadania Financeira é o principal evento sobre o tema no Brasil. A partir dele, entidades que trabalham com inclusão financeira e prestação de serviços na área apresentam seus esforços, trocam experiências e debatem o futuro. “Neste espaço nascem iniciativas duradouras na cidadania financeira”, contou Thomaz Gomide, coordenador de inclusão financeira no BC e que conduziu a realização do Fórum.
 
Com informações do BCB
Foto: SEP ES

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